Festival de Teatro de Acopiara (CE) divulga espetáculos selecionados

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Foto: Josué Bergson


O Festival de Teatro de Acopiara (FETAC) chega à sua 28ª edição, com o tema “Celebrando a Arte Teatral no Ceará”, e reafirmando seu papel estratégico no cenário cultural do Ceará como um dos mais tradicionais eventos dedicados à arte teatral no interior do estado. O festival está marcado para ser realizado entre os dias 1º e 8 de novembro de 2025, na cidade de Acopiara, mantendo o compromisso de valorizar artistas, grupos e companhias da cultura cearense.


Nesta edição, o FETAC recebeu mais de 80 inscrições. A curadoria selecionou oito espetáculos para compor a Mostra Principal, que terá como palco o Centro Social de Acopiara, com acesso gratuito ao público.


Os oito grupos selecionados vêm de diferentes cidades do Ceará: Maracanaú, Crato, Varjota, Acopiara e Fortaleza.


ESPETÁCULOS SELECIONADOS – MOSTRA PRINCIPAL


O Regresso dum Barquinho de Papel – Grupo Coletivo Gangaias (Maracanaú – CE)

Nada de Novo sob o Sol do Sertão – Grupo Coletivo Rei Leal (Fortaleza – CE)

O Mágico de Oz – Trupe Tagarela de Teatro (Acopiara – CE)

O Novo Espetáculo da Trupe – Grupo Trupe dos Pensantes (Crato – CE)

Tita & Nic – Cia Cearense de Molecagem (Fortaleza – CE)

Sertão Confederado – Grupo CriAr de Teatro / Cia Prisma de Artes (Varjota – CE / Fortaleza – CE)

Todos os Homens São Fiéis – Grupo de Teatro Marróia (Fortaleza – CE)

MenospAusa – Grupo Solo (Fortaleza – CE)


ESPETÁCULOS CLASSIFICÁVEIS


Aladin - Cia Camarim de Teatro – Maranguape – CE

Retalhos de Mim – Oficarte Teatro & Cia de Russas - CE

Fábrica de Seres - Grupo Dona Zefinha e Trupe Motim de Teatro – Itapipoca - CE


O ano de 2025 marca uma fase de expansão do FETAC, que passa a contemplar mais mostras de espetáculos e novos espaços. “Entre as oito peças selecionadas para o palco do Centro Social, apresentamos um panorama com quatro criações cearenses no gênero da comédia autoral, evidenciando uma vertente muitas vezes considerada menor, mas que carrega uma profunda identidade com o nosso território e um forte poder de conexão com o público”, comenta Gyl Gyffone, um dos membros da curadoria do festival. 

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