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| Foto: Divulgação |
Uma longa luta, com uma vitória importante, graças à união dos trabalhadores e à atuação do sindicato que os representa, o Seeaconce. Após 10 dias de paralisação, os trabalhadores terceirizados que atuam na Universidade Federal do Ceará (UFC) conseguiram receber nesta quarta-feira, (21), o salário e todos os direitos que estavam em atraso, referentes ao mês de dezembro de 2025.
Os últimos valores atrasados, dos salários dos trabalhadores da empresa LDS, com cerca de 400 profissionais prejudicados, foram pagos no dia 21 de janeiro, após muita luta do Seeaconce, que esteve presente com vários diretores, todos os dias, nos três campi da UFC na capital: Pici, Porangabuçu e Benfica.
Sempre levando suporte aos trabalhadores, incluindo orientação jurídica, alimentação, apoio político e proteção, com os diretores e diretoras presentes em campo, mobilizando a categoria, buscando diálogo com a direção da universidade, atendendo a imprensa, agindo para a proteção dos trabalhadores e buscando uma solução o mais urgente possível para o caso.
Ao todo, foram entre 600 e 650 trabalhadores prejudicados pelo atraso do salário e dos benefícios, como vale-transporte, vale-alimentação e cesta básica. Da empresa LDS, trabalhadores de limpeza/zeladoria. Da empresa Florart, pessoal de poda e jardinagem. Da empresa Solução, trabalhadores de portaria, que apesar de seguirem com salário atrasado mantiveram atividades após receber vale-transporte e vale-alimentação.
Foram dias de muita aflição e angústia, mas o Seeaconce esteve presente a cada momento, se reunindo com os trabalhadores nos três campi da capital, ao longo dos 10 dias de paralisação, buscando espaços na imprensa e cobrando inclusive resposta do ministro da Educação, Camilo Santana.
O Seeaconce agradece pela confiança, parabeniza a categoria pela luta e ressalta que vai seguir na luta para que sejam evitados novos atrasos de salários e direitos dos trabalhadores terceirizados atuantes na UFC, realidade que infelizmente se tornou bastante frequente, nos últimos anos, com problemas de repasses de recursos.
