Charlie Chaplin chega ao Teatro da AABB Fortaleza

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Foto: Divulgação 

O ícone do cinema mudo Charlie Chaplin chega ao Teatro da Associação Atlética do Banco do Brasil (AABB Fortaleza) no próximo sábado, 28. Em uma versão especial pensada para os pequenos, o Grupo de Teatro Catavento, a partir das 16h, leva o público a uma viagem mágica ao universo do eterno Carlitos para celebrar seus 110 anos. Com ingressos a partir de 30 reais, o espetáculo “Chaplin para Crianças” é inspirado em sua famosa cinematografia do inesquecível Carlitus, com muito humor e poesia para toda a família.
 
A diversão é conduzida pela figura icônica do personagem criado há mais de um século, enfrentando situações inusitadas, desde confusões em restaurantes e uma orquestra desastrada, até um circo completamente maluco. Com roteiro e músicas de Marcelino Câmara, a peça conta com trilha sonora original e técnicas de pantomima, promovendo um momento de risadas e reflexões, levando as crianças a descobrirem o poder da arte de transformar o olhar sobre o mundo. A direção geral de Kercyanne Gomes traz a magia do cinema para o teatro.
 
O responsável pela peça explica que essa apresentação é uma experiência que celebra a cultura, a criatividade e os valores da amizade, fortalecendo o teatro cearense e os talentos presentes nessa terra. “Com muito humor, poesia e encantamento, o espetáculo traz para o palco toda a genialidade desse ícone do cinema mudo, mostrando como a simplicidade dos gestos pode emocionar, divertir e ensinar”, declara Marcelino, remetendo à sensibilidade e ao entretenimento que vigoram no novo projeto.
 
O Grupo de Teatro Catavento, junto a AABB Fortaleza, busca trazer, nas apresentações, a união entre a arte, a ludicidade e a educação, sempre prezando pelo alto nível técnico e artístico da peça. Chaplin para Crianças reafirma esse compromisso em revisitar clássicos com um olhar fresco e necessário para as novas gerações. “É uma oportunidade de redescoberta do passado por meio de uma performance teatral que celebra a imortalidade de Chaplin”, afirma Marcelino Câmara.

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