Estação das Artes tem programação especial no fim de semana do Dia Internacional da Mulher

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Foto: Divulgação

A Estação das Artes promove, no primeiro fim de semana de março, uma programação que atravessa o forró, a música latino-americana, a canção brasileira e a formação artística infantil. O espaço, que integra a Rede Pública de Equipamentos Culturais da Secretaria da Cultura do Ceará (Secult Ceará) e é gerido em parceria com o Instituto Mirante, realiza ações para diferentes públicos, com acesso gratuito em três dias de celebração ao protagonismo feminino e à diversidade cultural.


Na sexta-feira (6), acontece uma nova edição do Baila Comigo, com apresentações de Paulinha Coelho, em parceria com o Sesc, e Karollzinha Sanfoneira. No sábado (7), Viva La Pachanga realiza a edição especial “Todas Somos América”.


Já no Domingo na Estação (8), Dia Internacional da Mulher, a programação conta com oficina de pintura infantil e segue com show instrumental de Letícia Marram & Convidadas, seguido de Ingrid Sales encerrando o dia no Mercado AlimentaCE, com o projeto Coisas do Brasil.


A programação do Baila Comigo começa a partir das 18h da sexta-feira (6), com o show da cantora Paulinha Coelho, promovido em parceria com o Sesc. Natural de Ilha Solteira (SP), a artista carrega desde a infância a paixão pela música e construiu uma trajetória sólida no cenário forrozeiro, passando por bandas como Milionários do Forró, Forró Viagem, Conexão do Forró, Forró Rebola e Forró Moral.


Na mesma noite, às 20h, sobe ao palco Karollzinha Sanfoneira. Cantora, compositora e multi-instrumentista cearense, a artista apresenta um show que celebra as raízes nordestinas, reverenciando mestres como Luiz Gonzaga enquanto imprime uma identidade jovem e contemporânea ao forró.


Reconhecida nacionalmente como Melhor Instrumentista do Brasil pelo WME 2023, Karollzinha conduz o público por xotes, baiões e arrasta-pés que atravessam gerações, reafirmando o protagonismo feminino na música nordestina. A noite conta ainda com bailarinos pelo salão, convidando o público a ocupar a pista, além de interpretação em Libras.


No sábado (7), a partir das 17h30, a Estação das Artes recebe o projeto Viva La Pachanga com a edição especial “Todas Somos América”, reunindo música, dança e cultura afro-latino-americana.


Sob o comando da DJ Priscilla Delgado, com participação dos bailantes Izabel Sousa e Diógenes Almeida, o evento convida todos os corpos a bailar ao som de ritmos como salsa, cumbia, rumba, lambada, merengue, reggaeton, zouk e carimbó. A edição traz ainda uma competição de dança “Perreo” destinada exclusivamente às mulheres, reforçando a proposta de valorização e ocupação feminina na pista.


Inspirada nos social clubs de Havana e nas tradicionais aparelhagens colombianas, Viva La Pachanga propõe as fusões culturais que atravessam a América Latina.


No domingo (8), a programação tem início às 10h com a oficina infantil “Meu Livro Ilustrado”, conduzida por Talita Késsia e Fleuri Cardoso. A atividade propõe a criação de um pequeno livro em formato de sanfona, a partir da encadernação serpentina. As crianças irão dobrar as folhas, montar as capas com papelão e ilustrar suas próprias histórias utilizando lápis de cor, canetinha e giz de cera, estimulando criatividade e expressão artística.


Ainda pela manhã, a partir da 10h30, a violonista Letícia Marram apresenta o show “Letícia Marram & Convidadas”, celebrando o Mês da Mulher com um passeio pela música instrumental, do choro à MPB, ao lado de Maria Gigi Tubiba (violão), Laídia Evangelista (bandolim) e Dany Danttas (clarinete). O repertório destaca o legado de pioneiras da música brasileira, conectando suas trajetórias à produção contemporânea e homenageando mestres que marcaram gerações.


Encerrando a programação, a partir de 13h, o Mercado AlimentaCE recebe o projeto musical Coisas do Brasil, idealizado por Ingrid Sales e Filipe Mota. A dupla apresenta um repertório que atravessa diferentes fases da música brasileira, reunindo samba, bossa nova, MPB e ritmos nordestinos em interpretações marcadas pela sensibilidade e pela valorização dos clássicos que ajudaram a construir a identidade musical do país.


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